2015 mais um ano e minha vida continua na mesma pior não podia estar desempregado deprimido sem vontade de viver sem animo sem disposição sem amigos sem namorada o que é isso e de comer pois nunca tive uma, verdadeira tortura me encontro no fundo do posso não nem no fundo eu cheguei ainda pois continuo caindo até quando até me esborrachar no chão.
2014 nem se fala não puis os pés pra fora nem no quintal passeio o inferno comendo o pão que o diabo amassou praticamente acamado não queria sair de casa nem para ir ao medico foi assim que minha mãe decidiu se mudar da onde moravamos pois minha depressão era tão forte pensamentos suicidas diariamente achava que não avia mais geito nem medico nem remedio algum ia me tirar dessa situação não conseguia sair de casa tinha pavor medo sei la o que se passa na minha cabeça medo de encontrar com conhecidos e tudo mais pois morei minha vida inteira la e todos na rua me conhece e ficaram sabendo da minha doença e acham que eu estou louco ai eu te digo depressão e loucura ou doença nem sei não os culpo pela inguinorancia pois o preconceito e grade ja cheguei a sair em outra crise que tive e se via os olhares e rizadas comentarios e etc aquilo me deichava mais mal ainda então mudamos da zona leste para zona norte e aqui estou desabafando com migo mesmo pois nimguem ira ler isso quem simtereça,
então e´isso mais um ano mudados voltei a procurar tratamento estou tomando antidepresivos e ontem fui procurar ajuda no n/a neuroticos anonimos até que foi bom sair de casa compartilhar meu sofrimento foi dificil de ir la na frente me apresentar e contar um pouquinho do que eu estou vivendo se isso e vida não sei mas continuo aqui respirando.
nightmare
segunda-feira, 26 de janeiro de 2015
domingo, 24 de fevereiro de 2013
REFLEXÃO
‘É cinza, sem sabor e sem cor’
“Depressão. O que dizer sobre esse assunto? É cinza, sem sabor, sem cor, sem brilho, sem vida... É o que sentimos. Nada faz sentido, nada tem valor, nada é bonito, nada importa. A sensação da morte presente sim é algo muito real, porque a gente se sente , morto-vivo e vivo-morto. E tudo que lembra a morte é mais familiar e mais desejado que qualquer outra coisa. Sintomas? Dores terríveis, sensação de fim, uma tristeza inexplicável, apatia total às coisas da vida, não se tem vontade de fazer absolutamente nada. Só de morrer, devagarinho, pedindo que o mundo nos deixe em paz. Um sofrimento sem razão de ser, mas com feridas profundas. De onde vem? Não sei explicar. Não tem explicação. Tudo é tristeza, tudo é um vão, vazio. Um poço sem fundo...”
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